
Como o Natal em nosso país é em pleno verão, costumamos fazer arranjos de frutas, até para aliviar as comidas pesadas da ceia.
As frutas que costumo usar são as que dão um tom vermelho à festa já em tons vermelhos!
Maçãs (sempre compro aquelas importadas, sem gosto, mas ótimas para enfeitar - eu juro que no resto dos 364 dias do ano, compro então as nacionais, bem mais apetitosas!). Ah, e as verdes também.
Uvas vermelhas, verdes e rubi.
Cerejas, porque nessa época, hoje em dia, elas aparecem!
Pêssegos e agora também as nectarinas, que são lindas também!
Agora, se você quer, coloque as frutas que são bem mais com a cara de nossa tropicalidade: laranja, banana, manga, maracujá, mamão...

Cajus, porque não ?


Cajus, porque não ?

O importante é ter as frutas, nem que seja sob a forma de salada... E se não der para comer no dia, que seje no café da manhã!

FIGO IRANIANO/FIGO SECO: a figueira é uma das primeiras plantas cultivadas pelo homem e cuja origem remete à Ásia. Ele aparece na mitologia grega e romana e chegou ao Brasil através dos portugueses no séc. XVI. Podem ser consumidos frescos, secos, cristalizados ou em calda.
CASTANHA-DO-PARÁ: conhecida no exterior como Brazil Nut, é um fruto de sabor suave e amanteigado e rico em óleo. Pode ser consumida ao natural, torrada, em farinhas, doces, sorvetes ou salgada, como aperitivo.
AMÊNDOA: é considerada como um fruto seco. Amplamente usada na gastronomia, pode ser incorporada em receitas doces (como nos famosos ‘macarrons’) ou salgadas.
LICHIA: originária da China e da Índia, é uma fruta de regiões mais quentes. Os frutos crescem em cachos, a polpa é gelatinosa, translúcida, suculenta e de sabor delicado. É consumida ao natural e em sucos e compotas. Perfeitamente adaptada ao clima do Brasil, especialmente do estado de São Paulo, a colheita ocorre de novembro a janeiro, abastecendo o mercado na época do Natal.



DAMASCO: de polpa carnuda e amarelo-alaranjada, é conhecido na China desde 2.000a.C., sendo cultivada em diversos países. Também chamado de abricó, é comestível ao natural mas comercializada internacionalmente seca, em geléias, compotas, tortas e licores. Chegou ao Brasil no começo do séc. XIX, adaptando-se bem ao clima do Amazonas. 

